quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

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Fazendo um retrospecto de minha própria vida, a ela atribui muita luta e esforço por reconhecimento profissional. Como diz o já 'manjado' clichê: "Cansei de ser mais um rostinho bonito, quero ser reconhecida pelo talento". Na sociedade extremamente severa e, muitas vezes, injusta em seus critérios de seleção e por assim dizer, pré-julgamento, sabe-se que é extremamente difícil encontrar espaço para enfrentar a acirrada disputa por um lugar ao sol. Tudo isso resume-se a fazer a diferença.
O reconhecimento de nossas ações advêm do sucesso que eles alcançam pelo crivo de algumas pessoas que já obtiveram certa projeção. Muitas vezes, o orgulho e vaidade pessoais se sobrepoem ao talento de quem começa a trilhar um caminho e que acaba sofrendo um desgaste emocional e impactante diante daqueles que se julgam superiores. Mas sonhar ainda é possível. Independente da proporção do sonho. Como dizem por aí: "o sonho é longo e a realidade é curta". Mas enquanto possuirmos autonomia e direito de pensar, devemos nos render ao que almejamos e lutar para que passem do estágio de idealização para ação. Prática, pura e simplesmente concreta. Para isso, não se pode desistir diante dos primeiros obstáculos. Perseverança, persistência ou recebendo a nomenclatura que receber, precisamos lutar para que se tornem realidade.
Jesus disse ao paralítico: "- Tua fé te curou".A fé não move ou remove montanhas no sentido literal da palavra, mas a insistência de nosso pensamento e nossa força de vontade permitem que se concretizem nossos anseios e que possamos realizar nossos sonhos.
Compactuo com Maria Bethânia, no refrão: "É minha lei, é minha questão/mudar este mundo, cravar este chão". minha questão, meu sonho, meu desafio é tornar o espaço, o reduto onde vivo um lugar melhor de se viver...nem que prá isso, seja preciso vencer muitas guerras por um pouco de paz. Entendo que na vida há sempre prazos a se cumprir e oportunidades imperdíveis. É o que remete o consagrado dito popular: " cavalo encilhado não passa duas vezes". E não quero perder a condução, nem a capacidade de sonhar e realizar!